quarta-feira, 26 de outubro de 2011

MEDITAÇAO

recebido por e-mail, desconheço a autoria.
 
QUANDO AS ONDAS ATENDEM O MANDAR DE JESUS...

Se tem um atributo de Jesus que eu gostaria ter, não seria o de multiplicar pães, de curar enfermos ou de expulsar demônios, apesar de serem tão singelos. Mas eu iria querer a calma e a serenidade que Ele tinha ao encarar as questões turbulentas da vida, como fez quando andou tranquilamente sobre as águas inquietantes.

 

Essa fé em Jesus contrasta com o pânico que costumamos ter. Enquanto o pânico surge diante de certas questões do momento, de determinadas situações que nos cercam e de circunstâncias que apavoram, a fé traz a calma para tudo isso e estabelece a paz, que não vem de fora, não vem de homem, mas vem de Cristo. E a origem de toda essa tranqüilidade para vencer as dificuldades está na oração.

 

Foi isto o que Jesus fez: orar antes de enfrentar grandes lutas. Foi a oração que O ajudou a encontrar paz antes da tempestade (Mc 6.45,46). Os discípulos, por sua vez, encontravam-se em alto mar, no meio da madrugada, cansados de tanto remar.

 

Não é diferente dos nossos mares turbulentos de cada dia. São cansativos. Atormentadores. Criam pânicos e nos levam ao desânimo, à fadiga e ao medo. Um medo capaz de não saber mos distinguir, durante o aperto, se o auxílio que vemos é ou não da parte de Deus (como a suposta aparição do fantasma visto pelos discípulos).

 

O restante da história todos já conhecem. Pedro temeu. Os discípulos também. Gritaram. Duvidaram e depois reconheceram Jesus. Pedro pulou na água. Olhou para as ondas e começar a afundar. Jesus acalmou o mar. Trouxe a paz. Fez o milagre.

 

Os discípulos tinham acabado de ver o milagre da multiplicação dos pães e peixes, mas permaneciam com o coração endurecido (Mc 6.52). Pode ser que, nesse caso, Jesus estava atendendo à multidão faminta. Dessa vez não. O Mestre estava indo ao encontro dos anseios deles.

 

A gente também tem essa mania. Nós vemos muitas pessoas testemunharem vitórias, superações e dificuldades por intermédio das ações divinas. Mas quando aparece o primeiro entrave na nossa frente, agimos como os discípulos: gritamos, nos apavoramos, duvidamos, tememos, receamos... É fácil crer no testemunho de vitória dos outros, mas quando a luta é conosco, temos o mesmo ímpeto de fé?

 

Mas a solução que encontramos para todos os nossos anseios perante a escuridão assombrosa das madrugadas frias, dos ventos traiçoeiros e das ondas bruscas está em Jesus. A melhor forma de acalmar as águas agitadas é se aproximando dAquele que tem o poder de acamá-las.

 

Os discípulos consideraram essa lição. Eles mesmos sentiram a experiência de um milagre de Cristo, apesar de terem vistos tantos sinais e maravilhas feitos por Ele. Jesus age assim. Ora na vida de um, ora na vida de outro. Mas Ele também age na vida da gente. Ele não nos deixa apenas olhar para as vitórias alheias. Mas, para isso, é preciso termos a fé contra a bravura das dificuldades e a calma contra o pavor.


meditaçao

recebido por e-mail, desconheço a autoria.
 

 

 

 

 

 

1 - O DEUS QUE ...

 

É SOBERANO

 

Eu creio no Deus revelado na Bíblia Sagrada, Deus que também se revela na natureza criada e que encarnou-se na Pessoa bendita de Seu Filho Jesus Cristo.

 

Deus é soberano. Soberania significa dominação e autoridade absolutas. É aquele que domina acima de todas as coisas.

 

Deus é soberano na História. Nada acontece por acaso. Ele jamais foi surpreendido por algum fato que lhe escapara ao controle. A História não é um caos, Deus a conhece, supervisiona e lhe impõe limites.

 

O pecado do homem não pôs fim à soberania de Deus. Há quem  diga que Ele teve que remediar o estrago das más escolhas humanas. Enganam-se. Deus permitiu uma história humana e sempre soube dos resultados das escolhas do homem. Em Sua soberania permitiu que tudo seguisse avante, pois tencionou criar um ser à Sua imagem, com atributos de Sua pessoa, sendo um deles o livre arbítrio.

 

Deus é Senhor do tempo. Não há nem tempo demais e nem de menos. Ele é quem estabelece limites para reinos, impérios, épocas, culturas, guerras ou transformações. Nossos dias são contados diante dele. Antes mesmo que vivêssemos um único minuto Ele já havia visto e permitido sua possibilidade até o nosso último fôlego.

 

Ele é soberano sobre a eternidade. Ele é Senhor da vida e também da morte. É o autor da salvação e a autoridade sobre a perdição. Não há um soberano no Céu e outro no Inferno; Ele é quem detém as chaves do Reino e também da morte e da perdição. As chaves da eternidade estão em Suas mãos. O destino de todos nós passa por Ele.

 

Ele mantém o espaço intacto e por Sua ordem também o destruirá quando chegar o dia do Juizo Final. Ele tem domínio sobre a natureza, tanto para fazer dos mares deserto ou transformar desertos em jardins.

 

Ele é soberano para chamar-nos ao arrependimento. Ele chama, convence do pecado, faz nascer em nós uma nova natureza e cria um novo ser no peito de cada convertido. Seu chamado é eficaz e Seu poder suficiente para dar um novo começo a uma história terminal.

 

Deus é soberano na vida do crente. Ele é quem permite ou impede algo. Ele é quem faz e realiza. E seus planos não podem ser frustrados.

 

Esse soberano Deus é amoroso e pode hoje, com Sua graça e poder transformar as nossas vidas, enxugar os nossos olhos, abrir novas portas e conduzir-nos ao êxito aqui e à vida eterna além.

 

Portanto, digamos como Habacuque, um homem que creu no soberano e vivo Deus:

 

Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;  Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. (Hc 3:17-18).

 



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